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Nos últimos tempos, com o aumento de jovens formados e consequentemente a massificação da entrada no mercado de trabalho, a questão recorrente que se colocam aos jovens é: o que procuram Emprego ou Trabalho?

De uma forma geral, a maior parte dos jovens passa a maior parte do tempo atrás de um emprego, porque quer garantir as suas necessidades básicas e um salário. E por outro lado há jovens que se querem destacar como os melhores no que fazem, e querem ser inspiração na sua comunidade e na sociedade e que se movem pela paixão pelo que fazem e pelos seus sonhos.

Mas e tu? Já fizeste a tua escolha?

De uma forma genérica o Emprego é:

  • O que fazemos para obter recompensas extrínsecas;
  • Encontra-se facilmente;
  • Pode não ter a ver com a nossa vocação;
  • É algo relacionado a satisfação de necessidades básicas e imediatas.

Por outro lado o Trabalho:

  • É o que fazemos com paixão;
  • Leva-se mais tempo a encontrar;
  • É a nossa vocação;
  • É o que nos move e que nos faz sentir realizados.

A comodidade do emprego remete-nos a certos comportamentos tais como: espírito de reclamação das condições (ambiente, gestão, chefia, equipa, salário…); falta de proactividade; implicância com os colegas; encontrar culpados para a sua situação actual e problemas da sua vida.

E se formos procurar saber se fizeram algo para mudar a condição ou o lugar onde trabalham? Certamente iremos encontrá-los/as nas mesmas condições e no mesmo emprego. Pode constituir uma desvantagem do emprego também o facto de realizar tarefas que não trazem satisfação pessoal e profissional.

Por outro lado o trabalho remete-nos a um esforço acrescido na busca do mesmo. É algo que se partilha com orgulho, que se realiza com paixão e que se coloca toda energia e se tem resultados de excelência. O trabalho vai além da necessidade financeira, é o caminho para a realização. E diz-se que no trabalho somos remunerados pelo que somos e pelo que sentimos prazer em fazer.

É importante perceber que somos pessoas com características e personalidades diferentes, e por outro lado com diferentes objectivos e motivações. E que tudo isso vai determinar o que andamos a procura. Mas que acima de tudo não existem certos ou errados, melhores ou piores opções. Existe a opção que melhor se ajusta ao nosso propósito de vida. Tendo em conta aquilo que é a tua opção, tanto emprego quanto o trabalho, garante sempre que és um excelente profissional.

Porque a verdade é que não é fácil encontrar o trabalho ou emprego que se pretende. Isso tem a ver com o facto de levarmos algum tempo a descobrirmos as nossas competências, habilidades, motivações e estabelecer um objectivo.

Mas pensa nos seguintes factores: Qual o teu objectivo? Qual a tua missão? Como gostarias de ser lembrado/a? Se não existisses mais farias alguma falta?

Por isso, corre atrás do que te faz feliz e do que vai determinar que és capaz de realizar o teu propósito de vida, tendo conhecimento dos teus objectivos a longo-prazo; dos teus diferenciais; do que precisas para conquistar um emprego ou um trabalho que te irá permitir sentir realizado/a e que faz de ti o profissional que pretendes ser.

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